quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

454 anos da cidade que amo

Sei que já faz quase uma semana, mas enfim... Eu tava viajando e só agora eu consegui achar essa música antiga que é muito bonita, que minha Tia Valéria me apresentou.

Não consegui nenhuma versão do original ou com outro cantor... Se alguém tiver, me passa que depois eu posto também.

Amo essa cidade louca! Não importa, aqui é sempre onde me sinto em casa! (menos na Z/L... hehehehe)

Perfil de São Paulo
Bezerrinha

Aonde estão teus sobrados,
De longos telhados,
E teus lampiões?
E os moços da academia,
Na noite tão fria,
Cantando canções?
E sinhazinha delgada,
Pisando a calçada,
Na tarde vazia?

O tempo tudo mudou,
Mas não apagou,
A tua poesia.

Não mudou,
Não se apagou,
A tua sedução,
A garoa,
Cai atoa,
Pra guardar,
A tradição.

São Paulo num só minuto,
É o Brás, Tietê, viaduto,
Barracas de flores,
E a multidão.

Os Pardais,
Em madrigais,
O sol rasgando a cerração,
E a noite com seus pintores,
Apagando, acendendo em cores,

Teu nome, no meu coração...
Teu nome, no meu coração

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Lego, 50 anos


Uma das coisas que mais gostava de fazer em minha infância, num dia assim como o de hoje, chovendo, um dia de poucos amigos, era pegar minhas peças de Lego e começar a montar cenários e crias histórias. Eu brinquei com quase todos os tipos de Lego, desde os das peças grandes, até como esses da foto que eram temáticos (não, mas eu não tive um igual a esse aí de Star Wars).

Era demais o poder que o Lego dava, tudo dependia apenas de sua capacidade de criação e sua paciência. Em dias chuvosos, era possível ficar brincando o dia inteiro assim. Confesso que na época eu ainda não era tão fanático por futebol, talvez isso explique o fato de eu dedicar tanto tempo a esse brinquedo.

Apesar de ter 50 anos, acredito que o auge do Lego foi nos anos 80 e 90 e marcou demais a todos dessa geração. É uma pena que as crianças do novo século prefiram montar suas cidades apenas nos The Sims da vida.

Presto aqui minha homenagem aos 50 anos do brinquedo mais educativo com que eu tive contato.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Seja um!

A expressão “esperar que caia do céu” resume bem o comportamento das pessoas em relação resolução dos seus próprios problemas. As pessoas esperam um milagre para que tudo seja resolvido, para que não haja dor e o resultado esperado aconteça como num passe de mágica. Porém, o milagre não isso.

Existem acontecimentos descritos na Bíblia que tem o intuito de aumentar a fé em Deus e demonstrar também o poder que Ele possui. Mas as pessoas acabam mais admirando o poder descrito nesses acontecimentos e não reparam no que é o verdadeiro milagre.

Eu me explico. Acho que a passagem bíblica em que isso é mais evidente é o da multiplicação dos pães: nesse trecho, após Jesus dizer a necessidade de dividirmos o que temos com os outros, mesmo que seja pouco, pois não devemos ser avarentos, nem mesquinhos, uma pessoa se levanta e doa seu único pão para que todos dividam. Nesse momento, Jesus faz com que apareçam mais pãezinhos para todos, mostrando que a generosidade será recompensada por Deus. Porém, o milagre não está no passe de mágica de fazer os pães surgirem, o milagre está no sentimento de caridade que é despertado em todos ali. Aliás, eu interpreto essa passagem sem o passe de mágica, penso que no momento que o primeiro doa o pãozinho, outras pessoas também doam o que possuem e por isso os pães se multiplicariam. O milagre estava nas pessoas e não na mágica.

Milagre é uma mãe que ao ver o filho drogado não se desespera e procura ajuda para ele, e faz com que o filho acredite que é possível se recuperar e viver longe do vício. Milagre é um velhinho que depois de estar muito doente, acreditou que era possível se curar e lutou muito. E hoje esse velhinho, que antes mal conseguia andar, pode ir à praia, preparar a própria comida, lavar a própria louça e consegue até fazer meia hora de bicicleta.

O milagre não é um passe de mágica, o milagre somos nós quando acreditamos em Deus e em nós mesmos. As coisas só encontram solução quando mantemos nossa fé focada nisso e lutamos para que as coisas aconteçam. E devemos fazer isso sempre respeitando a nós mesmos e ao próximo.

Se você quer um milagre, seja um milagre! [by Todo Poderoso =)]

Um pouquinho de tranqüilidade


A Cura
Lulu Santos
Composição: Lulu Santos / Nelson Motta


Existirá
Em todo porto tremulará
A velha bandeira da vida
Acenderá
Todo farol iluminará
Uma ponta de esperança

E se virá
Será quando menos se esperar
Da onde ninguém imagina
Demolirá
Toda certeza vã
Não sobrará
Pedra sobre pedra

Enquanto isso
Não nos custa insistir
Na questão do desejo
Não deixar se extinguir
Desafiando de vez a noção
Na qual se crê
Que o inferno é aqui

Existirá
E toda raça então experimentará
Para todo mal
A cura

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Mais que uma honra, uma responsabilidade

Não é um cargo, nem um posto. É uma espécie de título, eu acho... Pra falar a verdade eu não sei bem definir o que é um padrinho, mas gostaria de falar sobre o que seria apadrinhar.

Quando alguém escolhe uma pessoa para ser padrinho, seja de casamento, de primeira comunhão, de um filho, de formatura etc., escolhe essa pessoa por ser em sua vida, alguém que sabe que pode contar com o apoio, alguém em que pode se confiar de olhos fechados. Em contra partida, o escolhido pode até ficar honrado com a escolha, mas deve entender que mais que uma honra, ele ganha uma responsabilidade, muito boa de ter, mas uma responsabilidade mesmo assim.

Apadrinhar é aceitar proteger quem você apadrinha, é zelar, orientar, estar presente para ajudar principalmente nas horas difíceis e para lembrar o que é certo mesmo nos momentos de euforia. Apadrinhar é dar sua benção para o apadrinhado e isso não pode ser considerado apenas como um prêmio recebido em consideração. Tem que ser encarado como uma grata responsabilidade, então, ao aceitar o convite, o escolhido tem que ter em mente se ele está a fim ou não de aceitar isso.

Falando assim parece complicado, mas não é. Se você é padrinho de uma criança, isso resulta apenas em você acompanhá-la sempre, ajudar na educação dela e não aparecer apenas nos dias festivos pra lhe entregar presentes. Se você é padrinho de um casamento, você não é apenas alguém pra dar um presente ‘especial’ ao casal, mas é também com quem os noivos podem contar pra conversar num momento de conflito ou alguém pra quem eles queiram pedir um conselho ou ainda uma pessoa com quem queiram compartilhar a felicidade da união deles. E por aí vai...

Eu já recebi três convites para ser padrinho. O primeiro, recusei, pois me considerava muito novo para apadrinhar uma criança. O segundo e o terceiro, aceitei. Vou estar ao lado de duas pessoas que gosto demais. Acredito que agora estou mais maduro e tenho condição de apadrinhar, agora não mais uma criança, mas um casamento. E o outro, bem o outro, é pra ser padrinho de formatura, e eu acho que é meio uma conseqüência. Acompanhamos um ao outro durante cinco anos de faculdade e zelamos um pelo outro, pelos trabalhos, pelas bagunças... Continuarmos próximo um ao outro, acho que é fácil daqui pra frente. Aliás, ela será minha madrinha também.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

A semiótica em nossas paixões (em resposta)

Eu fiz uma matéria optativa no semestre passado na Letras de Semiótica Aplicada. Eu já tinha cursado a Semiótica obrigatória, mas cursei com um dos professores mais estrelas da Faculdade, o cara dava o livro dele como bibliografia básica pro curso e não havia debates, tínhamos que dizer amém pra o que ele falava. Ou seja, não aproveitei nada do curso e ainda fiquei com uma má impressão das matérias que eu achei que iria gostar mais. Quando surgiu a oportunidade da optativa, não perdi tempo, pois precisava desfazer a visão ruim que eu tinha desse campo de pesquisa.

E desfiz! Gostei muito da matéria e, da mesma forma que vejo a Análise do Discurso explicando o meu jeito de ser e o modo que eu vejo o mundo, vejo, em parte, a Semiótica explicando as relações entre as pessoas. Nós estudamos o que chamam de semiótica das paixões e achei que faz muito sentido com a forma que sentimos, com a forma que encadeamos nossos sentimentos. Gostaria agora de tentar compartilhar um pouco do que consegui aprender com isso, na tentativa de responder um texto ou sentimentos.

Então, semioticamente falando, uma relação é regida basicamente por um contrato fiduciário, ou simplificando, pela confiança entre duas pessoas, que vamos chamar de S1 e S2, só pra manter o clima de semiótica. S1 é protagonista da história e quer entrar em conjunção com certo tipo de relacionamento com S2. Essa história pode ter desfechos simples ou complexos. Se for simples pode ser de dois tipos: o primeiro, que podemos chamar de final feliz, seria basicamente S2 querer também entrar em conjunção com o mesmo tipo de relacionamento, daí é tudo lindo e não existe motivo pra chateação e S1 e S2 serão felizes, pois querem e podem entrar em conjunção com o objeto de valor deles, que é o relacionamento de um determinado tipo. O segundo desfecho pode gerar chateação, S2 deixa claro que não quer entrar em conjunção com esse objeto de valor e aí S1 fica triste com seu desejo solitário. Apesar da revolta que pode existir nesse caso, não podemos dizer que tem uma decepção, pois S2 corta o barato rapidamente. (Eu uso S1 e S2 pra manter o clima semiótico, mas os outros termos utilizados acabam com o clima acadêmico! =D)

Porém, a vida nem sempre é tão simples e o que sempre chama mais a atenção são os casos complexos. Na semiótica, a relação se torna complexa quando S1 quer entrar em conjunção com um determinado tipo de relacionamento com S2 e S2 quer entrar com outro tipo de relação. S1 quer e entende que S2, que está por perto, tem que fazer essa conjunção. O primeiro se torna sujeito do querer e exige isso, pois acredita que a confiança estabelecida entre os dois é suficiente para isso. O segundo se torna o sujeito do fazer e tem o dever de colocar o primeiro sujeito em conjunção com o objeto de desejo. Só que o S2 visualizado por S1 não é exatamente o S2 real, e sim uma projeção de um S2 que S1 tem.

Sendo assim, S1 estabeleceu na verdade um contrato fiduciário com uma imagem de S2. S1 deixa subentendidos de suas intenções, demonstra, por vezes, os seus interesses de maneira mais aberta, no entanto, S2 não corresponde como S1 deseja. S1 quer estabelecer uma determinada relação com S2, que não pretende o mesmo. É possível que S2 perceba qual é a de S1, e por esse motivo procura mostrar que suas intenções não são as mesmas, diz coisas que deixam subentendidos para S1 também, que não entende ou não aceita o real S2, querendo que ele seja como S2 idealizado.

S2 pode acabar se afastando ou tendo um comportamento que S1 considere estranho ou ruim. Mas S2 pretende apenas não magoar, nem sair magoado dessa história. S1 considera que o contrato fiduciário é quebrado, por não entrar em conjunção com relacionamento almejado. Cada sujeito sai magoado com tudo isso, e, nesse caso, S1 sai decepcionado, pois vê a confiança em S2 abalada. Melhor sorte os dois teriam, se S1 percebesse que o contrato que ele fechou foi com uma imagem de S2 e não com o próprio. S2 acaba saindo meio como vilão da história. Melhor também seria se nem um, nem o outro deixassem as coisas subentendidas, mas talvez S2 tema ser mal interpretado como presunçoso e S1 está com idéia fixa em sua investida.

Não sei se fui claro, mas explicações semióticas nem sempre são tão claras. Qualquer semelhança com um relacionamento vivido ou conhecido não é para ser considerada mera coincidência mesmo, e sim como a semiótica explicando as nossas paixões.

O mais zoado!

Eu sou um dos primeiro a dizer que todos devem se informar de tudo um pouco, até pra dizer o que é ruim e o que é bom com conhecimento de causa, mas confesso que esse BBB 8 consegue ser o pior de todos, em todos os sentidos e só tenho acompanhado os destaques que aparecem na página dos grandes portais.

Não sou bom moço e nem gostaria de postar nada sobre esse programa, mas tem coisa que a gente não pode deixar passar.

Big Brother não é programa educacional e nem deve ser pensado como algo que vá formar pessoas. No entanto, é indiscutível que ele tenha influência na opinião pública e alguns maus exemplos não deveriam ser tolerados. Apologia a drogas não é novidade no reality show, mas acredito que também não deveria virar uma rotina. Nota zero pra camarão gaúcha e pra Globo que permite que isso vá ao ar.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Uma visão do Brasil

O Brasil é o único país onde, além de puta gozar, cafetão ter ciúme e traficante ser viciado, pobre é de direita.

Tim Maia
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Você pode concordar ou não, mas vale a pena pensar um pouquinho o que ele quer dizer com isso.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Eita! E lá vem greve com ocupação... podem esperar

No início do ano, o diretor da FFLCH, Gabriel Cohn, mandou fechar a passagem pro porão do prédio das sociais. Ano passado, o diretor já tinha mandado fechar a passagem com grades, que acabaram sendo arrebentadas pelos estudantes (será que eram estudantes mesmo?). Vacinado, Cohn dessa vez mandou colocar concreto na passagem pra evitar novo vandalismo (será que não aparecerão lá com britadeiras? eu não duvido).

A atitude de Cohn já gera um tanto de revolta e devemos já esperar algo pra semana de recepção dos bixos. Na comunidade da Letras, já encontramos um tópico para mostrar a indignação de alguns membros. O engraçado mesmo é quem está se revoltando e os argumentos.

Sabemos que a galera do PSTU, PSol e PCO não ficam agitando muito no mundo virtual, até porque no mundo azul eles tomam sempre pau, mas não podemos achar que eles estão de braços cruzados, podemos é esperar novas invasões e mais greve por aí. E é por essas coisas que devemos esperar esse ano, principalmente com a corja que está reinando no CA da Letras, que acaba sendo sempre a vanguarda das manifestações, e com a galerinha do mal que venceu as eleições do DCE.

Atenção!

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Vai matar os animais, vai!

Dentre as coisa mais absurdas que já vi e li, essa é a notícia do acidente mais tosco que eu já li.
Talvez seja a mãe natureza se vingando...

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09/01/2008 - 00h43
Cachorro dispara escopeta e mata caçador nos EUA
da Folha Online com Efe e Associated Press

Um caçador morreu no Texas (EUA) quando seu cachorro pisou na escopeta e disparou a arma, atingindo o dono na perna, informou nesta terça-feira a Polícia.

"Este é o acidente mais estranho que já vi em meus 20 anos de trabalho", disse o xerife Joe LaRive, do condado de Chambers, próximo a Houston.

Perry Price, 46, um professor de matemática, caçava gansos e colocou a arma na parte traseira de sua caminhonete para buscar um animal abatido.

O tiro saiu quando o cão começou a pular na caçamba depois que Price voltou, segundo explicou o xerife.

Os investigadores encontraram barro e as marcas das patas do animal na escopeta, segundo LaRive. Price foi levado a um hospital mas morreu devido à perda de sangue.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u361488.shtml

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Se eu ainda não acreditava...



Se alguma parte de mim ainda era incrédula quanto a que 2007 foi um ano de aprovações, pra nos fortalecer, pra amadurecer, e que 2008 um ano será um ano para as boas novas, ontem essa parte também foi convencida. Aliás, eu já não duvidava mesmo e já tinha até escrito sobre isso no Balanço 2007.

Só tenho a agradecer sempre a todos que estão comigo de todas as formas. Agradecer pelas oportunidades que tenho e por todo carinho que recebo. Espero continuar trilhando bons caminhos!

Ah... como previsto também, as boas novas deverão dar muito trabalho! Mas de trabalho eu não tenho medo, não. Principalmente, se for por coisas boas! =)

domingo, 6 de janeiro de 2008

Ano novo bom!



A queima de fogos não foi lá essas coisas! Mas essa sem dúvida foi minha melhor passagem de ano dos últimos anos. Três dias de calor incrível em Itanhanhovisk, e na passagem de ano tivemos direito a pular 7 ondas e 7 água-vivas!

O legal mesmo do vídeo fica por conta dos comentários toscos meus e do Neto!

Entre as promessas de ano novo está muitos retornos a Itanhanhovisk e só passar o ano novo daqui pra frente em São Paulo em caso de emergência!

Discurso

Pra quem quer entender a citação de Foucault: "O texto deve, conforme um paradoxo que ele desloca sempre, mas ao qual não escapa nunca, dizer pela primeira vez aquilo que, entretanto, já havia sido dito e repetir incansavelmente aquilo que, no entanto, não havia jamais sido dito."¹

Olha eu aí já tendo idéias pra aulas! =D Pensar o discurso assim é algo que me deixa muito feliz! É engraçado como as coisas se repetem sem necessariamente serem repetitivas, como novas coisas são agregadas e novo fica realmente para o acaso do acontecimento da reprodução discursiva.

Curtam as músicas! Ah... coloquei as letras lá pro fim dos post!

Que reste-t-il de nos amours?
Charles Trenet


I wish you love
Sam Cooke


I wish you love
Rachel Yamagata - Terapia do amor (Prime)



Que reste-t-il de nos amours
Charles Trénet
Composição: Charles Trenet.

Musique: Léo Chauliac

Ce soir le vent qui frappe à ma porte
Me parle des amours mortes
Devant le feu qui s' éteint
Ce soir c'est une chanson d' automne
Dans la maison qui frissonne
Et je pense aux jours lointains


Que reste-t-il de nos amours
Que reste-t-il de ces beaux jours
Une photo, vieille photo
De ma jeunesse
Que reste-t-il des billets doux
Des mois d' avril, des rendez-vous
Un souvenir qui me poursuit
Sans cesse

Bonheur fané, cheveux au vent
Baisers volés, rêves mouvants
Que reste-t-il de tout cela
Dites-le-moi

Un petit village, un vieux clocher
Un paysage si bien caché
Et dans un nuage le cher visage
De mon passé

Les mots les mots tendres qu'on murmure
Les caresses les plus pures
Les serments au fond des bois
Les fleurs qu'on retrouve dans un livre
Dont le parfum vous enivre
Se sont envolés pourquoi?


I wish you love
Sam Cooke - Rachel Yamagata
Versão em inglês: Albert Beach

I wish you bluebirds in the spring
To give your heart a song to sing
And then a kiss but more than this
I wish you love

And in July a lemonade
To cool you in some leafy glade
I wish you health
And more than wealth
I wish you love

My breaking heart and I agree
That you and I could never be
So with my best
My very best
I set you free

I wish you shelter from the storm
And a cozy fire to keep you warm
And most of all
When snowflakes fall
I wish you love


¹ FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso: aula inaugural no Collège de France, pronunciada em 2 de dezembro de 1970. Trad. de Laura Fraga de Almeida Sampaio. 10ª ed., São Paulo: Edições Loyola, 2004. p. 25.

sábado, 5 de janeiro de 2008

Sinais...

Por esses dias, passou mais uma vez o filme chamado Sinais... pra quem nunca viu, é um filme onde ETs tentam invadir a Terra, mas acabam indo embora, pois eles não se dão bem com água... (putz! é ridículo um roteiro assim, hein?!) É engraçado... filmes de ETs são os únicos que me dão me medo mesmo... hehehehe... besta, né?!

Enfim... mas nem pelo roteiro que é bem mané, nem pelo meu medo de ETs que estou escrevendo. Na verdade, quero só tirar uma idéia desse filme. Ele se chama Sinais e as pessoas podem associar isso aos sinais que os extraterrestres fizeram nas plantações para realizar a invasão a Terra. Mas acredito que os sinais ao que o título se refere são outros; são os que sempre aparecem pra nós, que a vida sempre nos dá e que servem para nos alertar e nos mostrar que não estamos sozinhos nessa vida, que há alguém sempre olhando por nós.

Pra pessoas que tem a fé como a minha, prestar atenção em sonhos, em coincidências, em horários, não é apenas um exercício de detetive ou quebra-cabeça. Pra gente, prestar atenção nessas coisas é simplesmente estar antenado para algo que nossos anjos da guarda estejam querendo nos dizer. Parece loucura pra alguns, mas pra mim não é. E acredito que ignorar esses sinais é ignorar uma dádiva.

Prestemos mais atenção.

PS.: falando nisso, to com um pressentimento. Um sonho que eu já esperava que fosse ter mais ou menos desde a semana passada aconteceu. Mas agora eu já não sei se isso será bom ou ruim dessa vez.